CARTA DE ABERTURA
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Se você chegou até aqui,
talvez esteja cansado de precisar sustentar tudo sozinho.
Talvez tenha aprendido a continuar funcionando,
mesmo quando algo dentro de você já pedia cuidado há muito tempo.
Meu trabalho começa pela escuta.
Antes de diagnósticos, protocolos ou respostas rápidas,
existe uma história.
E ela merece espaço, tempo e presença.
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A psiquiatria que eu acredito
É feita de pessoas,
histórias,
silêncios,
afetos
e vínculos.
Aqui, o cuidado acontece de forma inteira:
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olhando não apenas para o que dói,
mas também para o que sustenta,
para o que falta
e para o que ainda pode florescer.
Como funciona
As consultas acontecem online,
com privacidade e conforto.
Cada encontro tem tempo suficiente
para que sua história possa existir sem pressa.
O acompanhamento continua entre as sessões, quando necessário,
sempre com ética, responsabilidade e presença.
Se fizer sentido para você,
também posso trabalhar em conjunto com outros
profissionais que acompanham sua trajetória.
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Demandas
Algumas das vivências que acolho na clínica
• ansiedade e sobrecarga emocional
• depressão e esgotamento
• oscilações de humor
• dificuldades de atenção e organização
• insônia
• sofrimentos psíquicos difíceis de nomear,
mas profundamente sentidos
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Sobre mim
Sou médica e pós-graduanda em Psiquiatria pela Santa Casa de São Paulo.
Escolhi a psiquiatria porque, desde cedo, entendi que existem dores que nem sempre aparecem por fora, mas atravessam a vida inteira de alguém.
Crescer em uma família atravessada pelo autismo mudou a forma como enxergo a saúde mental, o cuidado e os vínculos.
Foi ali que comecei a perceber que, por trás de cada sintoma, existe uma história que precisa ser escutada com presença e humanidade.
Acredito em uma psiquiatria que não se limita a diagnósticos ou protocolos.
Uma prática que considera a singularidade de cada pessoa, seu contexto, seus afetos e aquilo que ainda não conseguiu ser colocado em palavras.
Minha atuação é guiada por escuta, ética e acompanhamento próximo.
Com tempo suficiente para que cada pessoa possa existir na consulta sem precisar se reduzir apenas ao que sente.
